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segunda-feira, 16 de julho de 2012

Como num piscar de olhos



Tenho na essência de ser toda correta, certinha. Aprendi desde pequena, o certo, a verdade, o correto, não sair da linha, do tipo  que ter uma dívida no botequim já é motivo pra perder o sono. 

Tudo sempre é milimetricamente, demasiadamente pensado. Quase uma caretice.

E ela ainda não se desvinculou por completo desse corpo.
E carrego a essência até hoje... ser correta, certinha, na linha, tudo nos mínimos detalhes. Dar um passo além, volta e meia, é quase impensável, eu disse, quase.

Quando fui viajar para Arraial D’Ajuda e Trancoso com minha amiga Caroline, graças, exclusivamente, a ela, tudo foi resolvido sem muitos rodeios.

Pois às vezes é necessário. Necessário dar um salto, um pulo largo, um vôo, um suspiro mais caliente, uma gargalhada escrachada, um afago, um carinho mais direto.

Como tudo tem sua hora, as coisas andam, o pensamento muda, a vida gira. As coisas tem que acontecer, o trabalho tem que ocorrer, o dinheiro tem que entrar, o coração tem que se abrir, os olhos tem que piscar, mais !!

Ando saindo um pouco da caretice, até porque a vida ta aí, a gente tem que dar a cara, nem que seja para o tapa ou para o carinho. Não adianta ser tão corretinha e certinha e deixar a brisa passar e nem sentir os cabelos sacudirem. To abraçando o vento, caminhando em zigue zague, sorrindo, chorando, sofrendo e, vivendo.

De nada adianta passar a vida, corretinha e certinha e sem rabiscos, arranjos ou registros dos altos e baixos. Se der os braços e não for abraçada, tudo bem. Não adiantará fechar os braços e achar que um abraço não virá logo adiante.

O negócio é sair do milimetricamente pensado. È continuar de braços abertos. Para receber os abraços, seja de quem for, de onde for, da vida!

Comecei a praticar, com sucesso. Como num piscar de olhos, ontem poderia estar chorando e de braços fechados, hoje não mais !

Como num piscar de olhos, a vida ta aí, por aí, hoje, te mostrando uma cor. E amanhã poderá será outra !

quinta-feira, 24 de março de 2011

Precisando de um tsunami interno

Em tempos em que o real fez um estrago danado no outro lado do mundo, queria que um tsunami fizesse uma varredura, remexesse coisas que estão meio a contragosto.
Tem tempos que só uma revolução para dar ares de reviravoltas e reviradas, para ver onde está o eixo.
Há tanto tempo não “pisava” em meu próprio blog ... meu deus como pude abandonar o tadinho ???

Nos últimos meses foi tanta coisa a acontecer, trabalho a buscar, a crescer, a estudar. Minha ansiedade nessas horas bate picos altíssimos.
Aliás ela, às vezes, me faz revirar sem sair do lugar. Tanta ansiedade que paira na inércia. Coisa de ansiosa !
Mas enfim, além de buscas de trabalho, momentos impotentes surgiram.
A impotência....

Há um bom tempo atrás, levei um pé na bunda... é, o termo é feio, mas é o mais apropriado... na época, chorei, choraminguei, me descabelei, por não saber o porque daquela situação... porque aconteceu, como aconteceu.. me senti total impotente, sem saber como agir e quando.
Depois de um tempo, raciocinando melhor, vi que a situação se resumia a uma baita carência e uma autoestima abaixo da pata do cachorro !!!
E vi, que aquele momento impotente poderia ser resolvido rapidamente. E foi !
Nada a consertar, o tempo se encarregou.

Outros momentos impotentes, mais recentes não podem ser resolvidos rapidamente. Não dependia e não depende só de mim. Exclusivamente de mim posso auxiliar, mas quando se trata de outro, alguém que se ama muito e está numa situação delicada, a impotência retoma e se alastra. Nesse momento ainda me sinto um tanto impotente, como se as coisas escorregassem pelas minhas mãos e não tendo como buscar a ponta do fio.
O sintoma não é meu, e não é fácil encontrar formas de acabar com a sensação de impotência. Ao mesmo tempo, no decorrer das fragilidades que minha mãe mostrava, vi que eu sou forte, ela também. Ela tenta reconstruir sua fortaleza, eu, tento abafar momentos impotentes, única forma de mostrar a ela, que há maneiras de virar o jogo e viver, viver muito tempo que ainda há.


Não sei se o tsunami já está dentro ou exteriorizou, mas tem momentos que demonstro uma leoa, noutros sou um pequeno filhote indefeso.
Uma hora quero colo, noutra estou a afagar.

terça-feira, 23 de março de 2010

A arte imitando a vida

Final de semana vi o filme “Amor sem escalas”. Até acho que já to sendo repetitiva, ou então sem imaginação por estar postando por aqui sobre filmes nos últimos dias.
Às vezes acho chato mesmo, mas este veio a calhar alguns comentários.
Quem não viu, não sei se recomendo, quem viu poderá pensar se teve mesmo conceito que eu.
Não achei nada de mais. Aliás, o melhor acho que foi a menina que faz a colega de trabalho do George Clooney, que depois da participação insonsa no Crepúsculo, aqui ela se mostra um pouco mais ágil, digamos.
Quanto ao Sr. George Clooney (Ryan) apesar de achá-lo meio canastrão, por alguns momentos nesse filme penso que ele deveria ter ganho o oscar ao qual foi indicado.

Não sei se é de rir – pelo fato da coisa se reverter no comportamento entre ele e seu relacionamento amoroso no filme – ou de chorar em compartilhar com ele tristes momentos onde somos tratados de “parênteses”. Quem viu o filme sabe o que relato quanto a namorada dele apenas te-lo usado como uma fuga, um parênteses do casamento rotineiro em que vive.
E a cena onde ele vai afoito e serelepe a porta da casa dela para demonstrar toda sua paixão e empolgação é hilária quando ele realmente vê a verdade nua e crua.
Esse único momento lhe valia o oscar pela cara de total espanto e decepção. Ou ele se mostrou por instantes um ótimo ator ou se deparou com memórias, quem sabe, de um momento de sua vida realmente.

Maldades à parte, o filme num contexto geral mostra um homem que acha que a vida sozinho é o mais magnífico de tudo. Sem ninguém, nunca. Aliás, ele se julga um sortudo por ter todos a todo momento. No corre-corre do dia a dia, no trabalho, no hotel, no corredor dos inúmeros aeroportos, restaurantes, bares, hotéis em que vive praticamente todo o ano.
Claro, que não para muitos minutos para pensar onde está a frieza disso tudo. Se parar, poderá se dar conta.
Se deu conta, mas aí não era o momento e nem a situação certa (onde eu ri da desgraça alheia). Afinal parei para pensar que já fui “parênteses” de alguém.
E quão duro isso é.

E a minha ótica nesse ponto foi de que pessoas como Sr. Ryan (George) fogem todo o tempo. Correm léguas de um relacionamento, qualquer envolvimento onde poderão ficar mais íntimos, mais livres, mais “indefesos”, mais libertos, mais “desprotegidos”.
E a situação ali é tão, tão comum, tão recorrente que seria maçante relatar que o que esse senhor faz é o mais real e cotidiano e não é somente parte de nenhum filme.
Encarar certas coisas na vida, abrir-se, emocionar-se, amar, ser amado, está sendo considerado para uma grande maioria, comportamento extremamente incomum.
O que poderia ser considerado um ato mais leve, uma troca de emoções, sentimentos, está praticamente sendo guardado num baú para que futuras gerações talvez o desengavetem.
O que a assistente dele relata a todo momento seria interessante transmitir a muitas pessoas que acreditam que é mais seguro viver dentro do seu mundinho, sua mala e suas inúmeras horas de vôo solo. Um babaca, um babaca infantil.
O dia que se der conta, poderá ver o quão fácil é deixar de ser apenas um parêntese.
Se é que vai ser fácil esquecer do que foi tratado.

Infelizmente não é só apenas uma cena de um filme, vejo estas cenas comumente na vida real.
Se não se comportassem como únicos, talvez pudessem ser tratados como alguém além de uma estratégia de fuga. Triste situação para o vivente, mais desgraçada ainda para quem tem que usar desta válvula de escape.

Tirar a armadura e mostrar que são apenas pobres mortais, sofredores ou não, já seria um bom começo.
Melhor do que pensar que na janela ao lado, tem um casal que se ama, ou está rindo junto, ou jantando juntos, ou dormindo juntos e continuar apenas sobrevoando a vida.

quarta-feira, 3 de março de 2010

Cadê o lixo ??


Demorei para retornar. Na verdade demorei para retornar para cá.
Não por falta de vontade, conflito na mente.
Sacudidos os confetes e serpentinas carnavalescas, a vida volta ao normal.
Eu não comentei nada sobre o carnaval não é mesmo ?
Pois eu sou uma grande fã de carnaval. Adoro. Já fui uma foliã e tanto, hoje em dia as fantasias, em todos os sentidos, já não são tão atrativas. A não ser, claro, se for desfilar no Sambódromo. Desejo ainda não realizado. Ainda tem tempo. E só até lá. Meu apreço por carnaval não se estende a certas muvucas generalizadas, que não gosto nem um pouco. Aquele verso “atrás do trio elétrico só não vai quem já morreu” não me pega. Nesse caso sou zumbi.
Este ano fui para o interior e por incrível que pareça revivi um pouco do que antigamente eu curtia a demasia.
Tem coisas que a gente tem que deixar na lembrança e não retomar. Esta experiência é uma delas.
Antigamente eu curtia todas as noites carnavalescas, até onde agüentava. Era um tempo em que o carnaval lá no interior era famoso no Estado. Hoje está ficando famoso pela decadência.
Fiquei saudosa dos tempos áureos vendo no que resultou.
Mas confesso que tenho sentimentos contraditórios desta época. Ao mesmo tempo que adoro a festa, tenho uma ânsia que acabe para que as coisas realmente comecem. Infelizmente ninguém se mexe nos períodos que antecedem o carnaval e fico a mercê de que finde para que o barco comece a andar e rápido. Vício, acho, imutável.
Eu já estava com uma ansiedade para que ele findasse.
E aí findado, é a loucura que se inicia.
Eu agradeço e retomo as atividades ansiosamente.
Afinal de contas, as contas estão aí batendo na minha porta. E aí corre para trabalho, dinheiro, trabalho, cliente.
E nessas todas, meu instrumento de trabalho resolve pifar. Aliás, meu computador já estava “moribundo” há um tempo, ficava eu postergando o que chegaria. Tive que correr atrás para arrumar tudo, maquina nova, mais gasto de dinheiro para nova máquina.
Mal comecei e já tava com a cabeça a mil, preocupada.
Meu defeito é que não sou tão desencanada ou um pouco despreocupada como gostaria. Já fico preocupada, ansiosa e impaciente.
Máquina nova, vem outra questão, que causou-me um questionamento.
Troquei todas as peças do meu computador, nisso o técnico me aconselha a não colocar toda aquela porcaria velha no lixo comum.
Mas o que eu faço ? Aconselhou-me a levar em uma loja de material de informática, claro.
Eis que saio para o shopping onde concentra mais de uma loja com uma pasta cheia de lixo eletrônico, faceira que de lá saía sem tudo aquilo.
Adoro quando dou uma de esperta numa situação prática. Detesto quando não dá certo minha esperteza.
Pois fui em três lojas de informática com a mesma perguntinha: “olá, vocês recolhem lixo eletrônico”? Na terceira negativa, tive a sensação de que minha pergunta a atendente tinha sido “olá tudo bem, sabes onde encontro uma loja de animais domésticos, gostaria de comprar um tiranossauro rex bebê para mim”?, visto a cara de estranheza que a mesma me fez.
Mas então, o que eu faço com isso moça ? só me olhavam com cara de piedade sem saber o que dizer.
Ora, veja, num momento em que devemos pensar em cuidar mais do meio ambiente, encontrar alternativas para que produtos tóxicos não interfiram mais com tanta agressividade, o mínimo que deveria ter era um jeito de que esses prestadores de serviços ajudassem na área que estão atuando.
Em tempos modernos, onde todos os dias as coisas ficam mais modernas numa velocidade voraz, é um retrocesso não ter como tomar providencias num âmbito, digo até, simples.
Pois acabei voltando pra casa com toda aquela porcaria velha sem ter onde colocar. Tive a sorte de encontrar um amigo – um anjo – que fez a bondade de dar um fim na quinquilharia.

quinta-feira, 17 de dezembro de 2009

Dei férias pro Papai Noel



Muitos que lerão isso poderão pensar, “mas essa mulher é uma chata”, pois não gosta de tanta coisa, contesta outras tantas, reclama demais umas quantas.
E que eu tenho uma parcela chata, reconheço.
E mais uma que direi que não gosto é Natal.
Nunca quis e nem parei para assimilar o significado, o contexto, o curso que engloba a simbologia do Natal.
Não que ele me remeta a lembranças ruins. Até que não.
Minha infância foi muito bacana. Dentro desse mundo cheio de tristezas, cheio de maldades, pobreza tanto de espírito quanto monetário, a minha infância foi legal. E quando criança, lembro que a festa em volta do Natal era muito legal. Criança é um barato, mesmo. É uma fase que ninguém poderia deixar de viver a demasia. Muitos perdem a inocência, a fantasia, a alegria da infância, visto o modo que vive. Isso é triste, muito triste.
E eu vivi minha infância com todas as características que acredito que deve ter. Inocência, fantasia, alegria, sem preocupação e muita brincadeira.

No Natal, nos reuníamos na casa dos meus avós maternos. Uma fazenda linda, vacas, cavalos, celeiro, galinhas, pomar imenso e muito gramado pra correr. Minha mãe tem uma família grande, nove irmãos. Então considerando, marido, esposas, filhos, namorados, netos a festa era enorme. Regado a muito churrasco, cuca da vó e roscas de polvilho que nunca mais saboreei igual.
Mas não era o Natal que ali eu estava vivenciando, celebrando. Era a reunião de uma família grande, alegre, amável, unida. Não havia trocas de presentes, afinal nem todos dispendiam de recursos financeiros para comportar um presente físico. Havia troca de abraços, beijos, risadas e correrias pelos campos.
Não havia Papai Noel com seu saco vermelho cheio de presentes a distribuir. Aliás meu lado rebelde se manifestava desde muito cedo e no Natal ele se mostrava para o bom velhinho, que nunca fui nem um pouco simpatizante.
Aquele ho-ho-ho era mais assustador que filme de terror.

Cresci, amadureci, a família já não está tão unida. Meus avós se foram, a festa já não é tão grande, tão cheia de abraços e muitas ausências, distâncias. E meu sentimento pelo Natal continua o mesmo.
A única coisa que permanece e que durante os anos aprofundei é que o Natal não deve ser um dia demasiadamente apreciado e deixar de lado os outros 364 do ano.
Aquela correria desenfreada pelas lojas, consumo exacerbado. Uma euforia atrás de presentes para presentear aquele amigo, parente, namorado, marido, filho.
Troco uma sacola de presentes por um abraço do amigo que não vejo há tempos, troco uma caixa enorme e colorida pelo beijo da minha mãe e meu pai, deixo o presente lindo e caro pelo carinho do namorado. Não quero nada de presente físico, muito menos caro.
O meu presente não quero no Natal, quero todos os dias do ano, aquele beijo gostoso, o abraço apertado, o carinho quente.
E este eu não espero Natal para dar nem quero esperar para receber.
Troco cantos de ho-ho-ho por gargalhadas de ha-ha-ha-ha.

Se for este o contexto do dia do Natal, celebro ele todos os dias do ano e nem precisa chamar o gorducho pro hohoho !

segunda-feira, 14 de dezembro de 2009

A dificil arte de não generalizar




É que tudo na vida tem a tendência da generalização. Ao menos eu, tenho que me cuidar o tempo inteiro. Tenho o velho hábito de querer botar tudo no mesmo pacote da mesma categoria de que TUDO OU TODO é assim ou assado.
Para, pensa, bom analisemos novamente e depois de algumas pensadas a mais, vejo que talvez, humm, é pode ser que algo ou alguém se salva.
Sou tão impaciente às vezes para ver que nem tudo se enquadra no mesmo patamar. Mas às vezes é difícil, muito difícil não achar que tudo está muito igual.
Isso é tão ruim. As coisas em certos momentos estão tão padronizadas que é difícil não antecipar comentário.


Sou notívaga, como já citei por aqui. Mas minha paciência (a dita paciência) já está bem mais reduzida para este setor. Antigamente, bem antigamente, tinha prazeres bem mais audaciosos em minhas saídas noturnas. Adorava me esbaldar na noite com meus amigos, beber, dançar sem pensar em hora pra parar. O tempo passa, ainda bem. Amadurecemos, envelhecemos e coisas já não são tão atraentes. Ainda gosto de fazer minhas saidinhas básicas, meus encontros com os amigos, chopinho aqui ou acolá. Mas aquela euforia noturna já está quase se extinguindo. Vejo tudo muito igual.
É inevitável o contato com outras pessoas que também estão ali no mesmo lugar, com o mesmo propósito ou um propósito mais além. Uns saem com o propósito de colocar a conversa em dia, proporcionar a reunião de todos num só ambiente e momento. Afinal com a vida tão atribulada e corrida, encaixar agendas nem sempre é tão fácil e prático.
Claro que não necessariamente é preciso que isso se faça em local público. Nem sempre é feito, mas quando é possível, é prático. Querendo ou não, une o útil ao agradável. Um local público vai propiciar que todos se divirtam e as pessoas se socializem.
Em contrapartida se não está a fim de agregar mais pessoas além dos amigos que estavam incluídos neste grupo, saiba que isso é bem improvável.
E às vezes em certas ocasiões ou momentos, tais situações se encaixam naquela condição de que, se está na noite saiba que poderá ser atropelada por pessoas, comentários ou atitudes as quais faz parte o contexto noturno.
Nem sempre será igual ou programado, como normalmente pensamos ou já estamos previamente sabidos, mas às vezes é difícil não generalizar.


Nunca tive a tendência de buscar, olhar ou interessar-me pelo homem mais bonito que ali estava. Aquele misto de timidez + baixa auto estima + falta de autoconfiança. A tendência de antecipar que aquele ser que se aproxima que aguça a mente e salta os olhos já vem com a predisposição de que homem bonito é burro (esqueça a questão de preconceito), já me antecipava. Ando tendo paciência para ouvir mais as pessoas. É isso que ando buscando ultimamente. Quero encontrar nas pessoas coisas que me instiguem a movimentar meus pensamentos. Que me façam acionar o botão do bom humor constante e que me faça rir, rir muito. E falar, mais do que já gosto, falar, falar muito. Gosto de me perder em conversas por tempos. Não importa o teor da discussão, o que importa é que seja algo que possa durar, ser interessante e proporcionar prazer daquele momento que estou ali. E quero acreditar que todas tem algo a me acrescentar. Talvez um homem bonito também tenha, porque não? mas às vezes é difícil não generalizar.



Encontrar alguém que nos faça ver que, é tão bom alguém para te aquecer, te abraçar e acariciar é uma delícia. Eu acredito que não somos seres para ficar sozinhos. Não sermos dependentes, mas agrupar. Isso ocorre com nossos amigos, nossos parentes e nossos amantes.
Eu creio que temos que ter alguém a quem possamos acariciar a face, beijar o rosto, abraçar o corpo e esquentar num dia frio. Abraçar e sentir que aquele corpo quente que ali está te aquece, te protege, te acaricia, te deseja. Não necessitamos que este corpo tenha que ser parte necessária em tua vida, deve ser parte agregadora. Sentir aquele olhar quando acordar, aquele sorriso ao contar, falar ou discutir algo bom, engraçado. Isso parece que está cada vez mais difícil, mais complicado, mais inacessível. Cada vez sinto que a prática está se tornando uma teoria difícil de ser decifrada.
E cada vez mais com códigos, atitudes e sentimentos indecifráveis. Uma coisa tão boa, tão simples e cada vez vejo que está tão complicada.
Vejo que relacionamentos estão se tornando difíceis, inconsistentes, inacessíveis, complicados. Não quero crer que a sensação de sentir um aconchego, uma carícia, um afago, um colo quente num dia frio, aquele abraço, já se perderam e as pessoas não querem ver.
Os relacionamentos perderam sua essência, quero crer que não, mas às vezes é difícil não generalizar.

terça-feira, 1 de dezembro de 2009

A química que há entre nós !


Retornando de momento turbulento. Ainda em fase de adaptação do processo "enfermeira" , sem tempo de adaptar-se a nada.


Cheguei com uma confusão de coisas a fazer, pendências de trabalho, ligações de clientes e amigos querendo saber se tinha tomado pó de pirlimpimpim !!!


E segue a vida !!!



Nesses dias de afastamento, em momentos pequenos de descanso, aproveitei pra ver um filminho.


Como ainda não tinha visto apesar da propaganda maciça, aproveitei e vi "A Proposta". Sim, eu gosto de comédia - melosa - romântica. Não curto muito as comédias puras, pois infelizmente nos dias de hoje, elas servem mais para me irritar do que para rir, tamanho o exagero da necessidade que tem para que ela seja extremamente engraçada. Me irrita, não aguento.


Então a inventada "comédia romântica" serve para o meu intuito. Sempre tem momentos engraçados na medida, para arrancar uma gargalhada em momentos espaçados mas com mérito e aquele momento meloso romântico que só um momento cinéfilo pode me proporcionar.


Pois veja bem, não que eu seja um iceberg que afundou o Titanic, não mesmo, mas meu olho, pelo jeito, não anda tão aberto para enxergar isso por aí. E como na realidade não encontro, adoro me deliciar no sofá para ver que na ficção tudo é tão fácil.


A moça, linda ou feia, gorda ou magra, executiva de sucesso ou simplesmente uma adolescente pré-vestibulanda consegue resolver sua vida, encontrar aquele mega lindo amado querido fofo bem sucedido agilizado esperto despachado homem dos seus sonhos.


Tudo tão fácil! Ah, a ficção !


Pois bem, vamos ver "A Proposta". Sandra Bullock está escandalosamente linda no auge dos seus 40 e poucos anos. Não sou uma grande fã dela. Até acho que filme de ação e suspense ela se encaixa melhor. Acho ela meio "rígida" para filmes românticos e comédias.


O par romântico, Ryan Reynolds, um gato. Mas tão, tão sem graça que não mereceu nem um suspiro.


E aí que me refiro a tal "química" !


Acho-a tão importante e presente na nossa vida.


Os meus amigos, até os mais próximos e presentes na minha vida passam por esta caracterização. Há os de sempre, cada um em sua característica, mas como já falado aqui, de suma importância. Dentre esses, há os que consistem esta química. Aquela sincronia de só de olhar, o tom da voz sacar como estou passando e agindo. Aquela coisa de agir da mesma maneira, pensar no mesmo tempo. Aquela sintonia de agir para tomar a frente em algo que preciso no momento exatamente anterior ao que vou tomar atitude para fazer. Ou seja, na mesma sintonia, uma química perfeita de atitudes e sentimentos.




No âmbito profissional, as coisas fluem com muitos com uma química intensa. Pois, não sei os outros, mas eu já tive experiências de profissionais do meu convívio que tive que respirar 1.456.987 vezes antes de falar algo para não explodir igual a uma bomba atômica.
Em outras situações e vivências, as coisas andavam como uma dança de Gene Kelly. Não necessita muito para que as coisas fossem quase um paraíso. Digo quase, porque não estamos 100%, 24h por dia. Absolutamente compreensível e respeitável.




Por fim, e eu acho bem importante e relevante, a química necessária entre um homem e uma mulher, relacionamento amoroso.
Mesmo que muitos digam ou pensem que nem tudo se resume a isso, concordo, nem tudo, quase tudo.
Afinal, ao meu ver, se não acontecer a liga, o risco de pólvora , a explosão, o restante não acontecerá.
A quimica entre um homem e uma mulher é algo que sempre dei muita relevância. Acredito que aquele olhar, aquele toque, aquele sentir, se ele não for inebriante, se não deixar o coração pulsando freneticamente, esqueço.
Isso não reduz a situação a SOMENTE isso. Não, o após é o após. Agora se eu não sentir nossos tubos de ensaio numa explosão química, mesmo que eu seja uma monja tibetana, serei água e óleo. E aí, não tem jeitinho que arrume isso.

Afinal um relacionamento é um aglomerado de situações que tem que se entrelaçar. O bom relacionamento, boa sintonia de idéias, pensamentos, atitudes, experiências, trabalho, dia a dia, companheiro e mais outras tantas coisas.


Mas se a química não está presente entre nós, ahhh, desculpe, podemos então ser bons amigos.




E aí, Sandra Bullock e Ryan Reynolds, poderiam trocar várias experiências amigáveis. Pois a química ali não convence nem uma senhorinha de 90 anos.


Foi como um barril de óleo num oceano. Visivelmente separados.

segunda-feira, 26 de outubro de 2009

Tão antigo e tão atual !


Nos últimos dias revi o filme “A Outra”. Acho que irei revê-lo mais um zilhão de vezes !!
Que filme maravilhoso. Eu amo filme épico e este é ótimo !
Com a rechonchuda Scarlett Johansson, a excelente Natalie Portman, como a Rainha Ana Bolena e o interessante Eric Bana como Henrique VIII, Rei da Inglaterra.
Adoro este tipo de filme, pela fotografia, pelo figurino, pela diversidade de coisas, atitudes e falas.
Fico a imaginar, num momento atual de tecnologia galopante, como viver num tempo de vestidos longos, enormes e rodados, espartilhos para lá de esmagadores, sem energia elétrica, chuveiro quente, celular, tv, dvd, e por aí vai !!!
É uma coisa maravilhosa ver as mudanças ao longo dos tempos.
Como esse filme se passa no século 16, as aventuras e festividades se resumiam a caçadas, jantares grandiosos, regados a muita comida e vinho, bailes.
Um rei autoritário e “guloso” que insatisfeito com a esposa, por não poder dar-lhe mais seu filho homem tão desejado e que com a ajuda de seu assessor propõe a sua sobrinha a entreter o Rei da recente decepção.
Aí desencadeia uma teia de intrigas capaz de destruir um reino.
Um filme apaixonante.
O que não dá para deixar passar é que séculos depois tantas coisas mudaram, mas outras nem tanto.
Luxúria, poder, traição, status. Coisas velhas que não acabam !
E naquela época foi capaz de destruir um rei, quebrar sua aliança com a Igreja e matar quem os traiu.
Hoje decapitar já não cabe mais, mas outras situações se mantêm na mesma qualidade.
Jogos de poder, situações de casamentos arranjados.
Creio que há muitos tios por aí, observando um terreno farto para sua sobrinha ter uma vida confortável a sombra para seus dias restantes.
A Igreja Católica naquela época tinha poder incontestável, tomava decisões importantes junto a um país. Hoje ela não está tão poderosa. Ao menos, não enxergo a olhos nus. Não a acompanho nem dou muita relevância. Mas, nas salas fechadas, ainda imagino que ela tome certas decisões, mesmo que estas não estejam, talvez, tão evoluídas. Apenas continuam tão endinheiradas quanto na época da Corte.
Desejos, dinheiro, traição, sexo.
Irmãs desejando um homem. Uma pelo amor, pelo desejo, pela paixão que a sucumbiu. Outra, pelo poder, pelo dinheiro, pela coroa de Rainha. E a conseguiu.
Ainda vejo que estas coisas estão mais atuais e latentes do que nunca. Brigar por seu homem tanto por paixão, desejo e outras brigarem por uma conta bancária gorda, seu carro último tipo e viagens regulares pela Europa.
Jogos de interesse entre famílias endinheiradas, aliando dinheiro, negócios, casamentos.
Ainda vejo que mesmo tão modernos, tão tecnológicos, tão evoluídos, tão longe do século 16, em contrapartida em outros comportamentos estamos bem perto dele.
Sexo, poder, dinheiro, traição. Tão antigos e tão em voga.
Sem esquecer que, pode ter uma “a outra” por aí, querendo saber seu número de celular querendo reivindicar seus “direitos” !!
Ao menos não tenho uma guilhotina !

quinta-feira, 8 de outubro de 2009

Multi


Tá sei, ando sumidíssima daqui. Quer dizer, isenta de post, mas sempre com minhas visitinhas básicas aos meus blogs queridos/favoritos. E novos que vivo “caçando” por aqui. Mas esta semana tá sendo meio punk.
Não estou me queixando não, pois detesto paradeira. Stress é comigo mesmo! É, pode ser coisa de pirado, mas eu não gosto de paradeira.
Quando as coisas estão meio paradas, me incomoda e me preocupa. A correria me dá gás. Mas aí claro tenho que arranjar tempo pra tudo.
Ainda to trabalhando, finalizando um laudo, ouvindo pela internet o jogo, Internacional acaba de fazer mais um gol – feitoooooooooooooooo !!! – 23.45h da noite !!
Mas assim é que as coisas andam comigo e prezo que continuem.


Nas minhas andanças blogueiras esta semana, vi algumas das minhas amigas daqui também no maior gás.
Sra. Google se despediu do Double J e estava serelepe num post mega engraçado querendo estapear o mauricinho barbeiro.

Desa, a mil com sua chapinha ultra para evento e as voltas com sapato novo para esquentar pés gelados.

Rê, Letras Saltitando, sempre mega engraçada ressaltando suas mil aventuras e dentro destas ressaltou em um post quanto a questões que vivemos no dia a dia e que pode nos afetar, são as situações psicossomáticas.

Acho que tu emana isso. Quando uma coisa não ta legal, outra vem atrás e se tu não te dá conta, ta assimilando só energia ruim e coisas ruins a tua volta.
Não vou chegar ao ponto que ela também ressalta da auto ajuda, coisa que nem gosto de tratar e porque sou leiga no assunto.
O que acredito é que se tu penderes para um lado de que tudo vai para o lado do descrédito, do insucesso pode saber que as coisas parecem que só dão ré.
Eu nem quero pensar em dar ré. Fiz isso tempos atrás e agora to varrendo o resquício desse período e tô praticamente só andando em quinta marcha. Não quero nem pensar em lembrar, não levanto motivos para isso, não vou atrás para saber de nada e nem quero saber. Da última vez que fiz isso, só pude gargalhar e citar uma expressão que muito se fala por aqui, aliás, duas:
“vou morrer e não vou ver tudo” e “me caiu os butiá do bolso” (esta para quem é aqui do Sul sabe o que significa – explicações quem sabe noutro post).

Quero que este período, isso serve para o profissional, sentimental, pessoal, financeiro vá para bem longe. Nem quero mais relatar, não vale a pena gastar meu latim nem dispensar minutos preciosos do meu cérebro revirando momentos.
To cansada fisicamente mas nada melhor que satisfação de algo que tu está querendo ou projetando começar a engrenar.
Isso inclui correria, trabalho até tarde, estresses com clientes que tem que ter um mega ultra jogo de cintura e paciência para tratá-los e também ciência de que tudo tem sua hora certa.
As horas estão começando a se ajustar, relógio entrando no seu eixo, as coisas andando no seu ritmo e no seu caminho.
E ainda por cima recebi um mega elogio pelo meu blog de uma pessoa muito, muito querida de longa, longa data. Saltitei de faceira.

Nuvens se dissipando!

quinta-feira, 13 de agosto de 2009

Vamos passar a sacolinha !!!!

Ontem, depois de um dia de trabalho, saída pra rua, ônibus, volta pra casa, dia a frente do computador, encerrei as atividades e fui para meu momento ócio !
Início da noite, parar um pouco a frente da tv e ver o que anda acontecendo no mundo. Sou "televina" .. adoro uma tv. Não tenho tv por assinatura (bem feito, pobre !), então por isso não aguento muito tempo as porcarias da tv aberta. Pois cruzando os canais que tenho a minha disposição para aguentar, fiquei entre Globo e Record vendo os jornais e a matéria da hora : as safadezas Bispo Edir Macedo e sua igreja.
É de dar gargalhadas.
Lembrei-me do programa do Chico Anysio, que passava na tv há muito tempo atrás que tinha um personagem que abordava exatamente isso, o Tim Tones !!!
Não vou levantar nenhuma questão a frente desta situação de crenças, religiões, pois sei que isso sempre foi e será assunto polêmico.
Mas eu ria e muito. E ficava boquiaberta. Não é de hoje que há acusações quanto a este senhor e sua "bondade" a sua legião de fiéis, que vão até ele depositar seus trocadinhos ou nem tão míseros trocados assim em troca de um lugarzinho ao lado do Senhor no Reino dos Céus.
Dá dó de ver que tem tanta gente nesse mundo tão desinformada. As pessoas chegam a tal ponto de desespero (não tenho outra palavra para isso) que acreditam que uma pessoa pode ir pra frente de milhares e dizer que depositando tal quantia terão sua redenção.
Já não terão nada, pois a meu ver, essas pessoas já perderam a dignidade, estão a mercê de tipinhos como esses, como marionetes.
Sem ofender quem crê ou não, pois é apenas uma posição minha, só o que pude concluir do que vi ontem foi o absurdo do absurdo.
A Globo mostrando os "templos" do Sr. Edir, lotados de gente desesperada, seus pastores gritando :
"depositem 100, 50 mil, terão 10 mil de volta", "deixar a chave ou documentos do seu imóvel ou outro bem" .. (negocião, hein?) que é issoooo ??????????????
Em contrapartida, a Record mostrava as "benfeitorias" que os senhores faziam para os seus seguidores. Tudo em prol do bem da humanidade !
E ainda tinham a cara de pau de dizer que o jatinho que os pastores usam é para ter maior agilidade para visitar os templos, atender mais rapidamente seus seguidores.
SOCORROOOOOOOOOOOOOO !!!
Não, olha, é de chorar .... de rir !!!
Foi o que fiz, gargalhei e depois disso, me cansei dos ataques de uma e a defesa de outra.
Fui ler meu livro que EU ganho muuuuuuuuuuito mais !!
Boa noite , seus malucos !!!


Por isso que, não aguento nenhuma dessas (nem católica, evangélica e assemelhados) .

segunda-feira, 10 de agosto de 2009

O que tá havendo, hein ??



O que tá havendo ?
Mudança de lua. Alguma alteração no curso da Terra ? Hormônios revoltados ? Sei láaaaaaaaaaa !!
O que eu to vendo por aqui (blog's afins) é uma semelhança de constatações. Também ando me perguntando coisas do tipo.
Ando visualizando em "puladas" nos blogs certas situações parecidas. Constatações de que algo não tá legal.
E não é nada condenatório, não !
São apenas constatações de blog's de "novos amigos". É, gentem, querendo ou não, esses ao qual bisbilhoto aqui dá para ser chamado assim, com o perdão da intimidade. Afinal ando absorvendo um pouquinho de cada um deles a cada post lido. Ando dando palpites a cada uma de suas manifestações. Ando ficando um pouquinho mais "íntima" de cada um desses. Afinal, uns falam muito superficialmente, outros não. São mais abertos, despem-se de preconceitos ou preceitos de que aqui, no blog, não dá para ser verdadeiro, simples, direto, objetivo.
Porque não ? Dá sim. E porque não admitir que poderão ser seus novos amigos, quem te der palpites, conselhos, ajuda ? Sim, sim.
Acho que é isso que falta.
Tá, podem dizer, "ah, não vou expor minha vida íntima num blog para todos lerem e saber"! Mas não falo que necessite dizer a cara, nome, número.. mas podes expor seus desejos, angústias, felicidades e tristezas. Não há pecado nisso !
Temos que saber disso. Quem quiser ler e dar seus palpites, fará com discernimento. Não há porque condenar quem quis ser claro e transparente.
A transparência que nos falta tanto hoje em dia.
Inevitavelmente acabamos criando resistências por coisas que podem trazer-nos tristezas, insatisfações. Não há como fugir disso. Nem há, muito menos, como prever.
Com o tempo vamos amadurecendo e aí vendo situações, coisas ou pessoas, que nos trouxeram coisas boas, nos acrescentaram. Outras, não tanto.
Mas farão parte da nossa história. Boa ou não !
Só acho que não dá para privar-se.
Privar-se de ver, viver e seguir em frente. Pode saber que possivelmente, digo possivelmente, encontraremos mais situações que nos trarão insatisfações e/ou tristezas. Mas fazer o que ?
Somos seres vivos, temos que fazer nosso corpo estar sempre pulsante. Sangue correndo nas veias.
Se deixarmos de fazer coisas ou viver, porque poderemos reviver coisas, estaremos nos matando aos poucos. Ou criando nossa redoma de vidro.
Não quero isso. Quero viver, quero pulsar.
O que cabe a gente é saber que , se acreditamos em certas situações no passado que nos trouxeram resquícios desagradáveis, tentar desviar destas nas próximas oportunidades.
Como boa samaritana, acredito que todos são possíveis de uma segunda chance. E já proporcionei isso a muitas pessoas. Não souberam aproveitar ? Azar o delas.
Continuo acreditando em mim. E creio que, não podemos deixar de crer que, independente do que vem pela frente, somos sempre capazes de nos renovarmos e passarmos por situações desagradáveis e sairmos vivos !

quinta-feira, 16 de julho de 2009

E aí ??

Já tive que cancelar, temporariamente, meus planos de serelepiar por Buenos Aires por causa da gripe suína ..
Agora está se alastrando por aqui, vou ter que fugir de casa ???