
Nas minhas andanças pelos meus amigos blogueiros que cada dia mais admiro e sigo, tenho notado em alguns, situações parecidas.
Decepções, tristezas, descontentamentos, frustrações. Na maioria, por questões amorosas.
E entendo perfeitamente, já passei por muitas.
E não é pelo caso de ter sido a mega namoradeira do planeta, ao contrário.
É pelo fato de meu dedinho do ET, ao invés de apontar “minha caaasa”, apontar ‘prum’ dito cujo “ele é pooodre”. E lá vai a “senhora ET” para mais uma roubada.
Nos poucos meses que fiz terapia (larguei, mas voltarei qualquer hora), a bruxa da terapeuta (no início saía do consultório pronta para fazer vudu dela) dizia que isso está devidamente direcionado ao seu subconsciente.
Ora bolas, para uma cabeça dura e descrente de terapeutas, dizer um negócio desses é a maior baboseira ou que ela é a besta.
E entendo perfeitamente, já passei por muitas.
E não é pelo caso de ter sido a mega namoradeira do planeta, ao contrário.
É pelo fato de meu dedinho do ET, ao invés de apontar “minha caaasa”, apontar ‘prum’ dito cujo “ele é pooodre”. E lá vai a “senhora ET” para mais uma roubada.
Nos poucos meses que fiz terapia (larguei, mas voltarei qualquer hora), a bruxa da terapeuta (no início saía do consultório pronta para fazer vudu dela) dizia que isso está devidamente direcionado ao seu subconsciente.
Ora bolas, para uma cabeça dura e descrente de terapeutas, dizer um negócio desses é a maior baboseira ou que ela é a besta.
Mas ela não é. Estudou, se especializou para estar ali, se comprometendo ao me dizer e direcionar meu pensamento para isso.
E com o tempo as coisas vão criando nexo, vão se direcionando para um entendimento correto. Não tenho ainda hoje o entendimento perfeito e por isso o meu dedo ainda anda apontando para a “casa” errada.
Mas depois de tantas situações e frustrações, freei meu subconsciente. Fechei meus olhos, segurei meus ímpetos e meu coração.
E sinceramente detesto isso.
Não sou assim.
Dia desses me taxaram , “tu é prática e objetiva”. Olha, se for fazer um apanhado geral, sou mesmo.
Sou das exatas, para mim, um mais um É dois. E nada mais. E em muitas coisas faço as contas na ponta do lápis mesmo.
Mas não sou fria, não sou dura.
Ao contrário, sou sensível, me debruço em emoções e por isso que digo que detesto frear meus ímpetos.
Sou pulsante, sou da energia, do calor.
E acho que assim que devemos ser.
Não dá para deixar que situações que as vezes não saíram conforme tu querias, conforme desejavas, que está fadada ao fracasso.
E com o tempo as coisas vão criando nexo, vão se direcionando para um entendimento correto. Não tenho ainda hoje o entendimento perfeito e por isso o meu dedo ainda anda apontando para a “casa” errada.
Mas depois de tantas situações e frustrações, freei meu subconsciente. Fechei meus olhos, segurei meus ímpetos e meu coração.
E sinceramente detesto isso.
Não sou assim.
Dia desses me taxaram , “tu é prática e objetiva”. Olha, se for fazer um apanhado geral, sou mesmo.
Sou das exatas, para mim, um mais um É dois. E nada mais. E em muitas coisas faço as contas na ponta do lápis mesmo.
Mas não sou fria, não sou dura.
Ao contrário, sou sensível, me debruço em emoções e por isso que digo que detesto frear meus ímpetos.
Sou pulsante, sou da energia, do calor.
E acho que assim que devemos ser.
Não dá para deixar que situações que as vezes não saíram conforme tu querias, conforme desejavas, que está fadada ao fracasso.
Aliás, sucesso sempre, desconheço. Até os mais poderosos e detentores de grande sucesso tiveram seus percalços. Por que eu não os teria ?
Acho que terei mais alguns ou vários, não sei.
A praticidade que me conceituaram sempre existirá, mas para áreas que ela é necessária. Para outras estou tentando retomar meu vigor e calor e soltar meus ímpetos.
Não os quero presos.
Acho que terei mais alguns ou vários, não sei.
A praticidade que me conceituaram sempre existirá, mas para áreas que ela é necessária. Para outras estou tentando retomar meu vigor e calor e soltar meus ímpetos.
Não os quero presos.
A única coisa que possivelmente tenho que aprender é apontar meu dedo para a “casa” certa.








